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Paz, amor e sossego interior. Masculino

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Eu confesso que, sou de Maceió, estado de Alagoas, 48 anos de idade, trabalho num hospital filantrópico há 25 anos. Tenho uma filha, separada do marido, com 24 anos e um neto com seis anos do meu 1º relacionamento. Minha atual esposa tem 28 anos e um casal de filhos menores.
Confesso que estou desesperado devido a minha situação financeira, pois, meu salário mensal se tornou insuficiente para cobrir as dívidas que vieram se acumulando há mais de três anos.
Tudo teve início quando da minha separação, pois, comecei a pagar pensão alimentícia que, junto com as obrigações mensais, já consumiam cerca de 70% da minha renda líquida. Minha casa, herança do meu pai, deixei com a minha filha e fui morar de aluguel com a minha esposa e os dois filhos. Para fugir do aluguel, passamos dois anos em busca de uma casa para ser financiada pela Caixa Econômica Federal, pois, tinha um saldo de FGTS de R$ 52.000,00. Durante esse período fui pedindo ajuda (empréstimos) a um e a outro para suprir as minhas necessidades junto a família. Em junho/13 conseguimos financiar um imóvel no valor de R$ 180.000,00, com 397 prestações mensais de R$ 1.300,00 na condição de carência para começar a pagar a partir de Janeiro/14 (ano vigente), pois, minha esposa tinha conseguido um emprego como autônoma e percebia uma renda mensal de R$ 1.650,00, motivo esse que fomos aprovados para o financiamento complementar de R$ 128.000,00 (52.000,00 + 128.000,00) para aquisição do imóvel.
A partir de nossa mudança para a nova casa, em julho/14, nossa vida mudou consideravelmente, mas, nossas dívidas ainda estavam crescendo.
Nosso sossego teve fim a partir de dezembro de 2013, mas precisamente no dia 25/12/13, Dia de Natal, minha esposa teve que ser submetida, urgentemente, a uma cirurgia de gravidez, pois, estava com dois meses e o feto se formando nas trompas. Foi mais um desastre na minha vida, pois, senti o mundo desabar sobre mim. A partir daí, tudo desandou, pois, ela não podia mais trabalhar. Dias depois, começou a ter problemas nos joelhos e ficou impossibilitada de subir escadas. Sem a remuneração da minha esposa que seria o pagamento do financiamento do imóvel e, como o imóvel tem um pavimento superior, onde ficam três quartos, o mesmo foi colocado à venda e até, hoje, setembro/14, não tivemos condições de pagar nenhuma prestação do banco nem conseguimos comprador, o que resolveria 80% da nossa situação.
Diante da minha condição financeira atual, apesar de estar tentando vender meu imóvel por R$ 220.000,00, sendo pressionado com cobranças de cartões, bancos, amigos e outras pessoas físicas, além de receber pressões da Caixa Econômica em levar a situação do imóvel ao judiciário, resta-me vencer a tentação de não praticar o pior com a minha vida, o suicídio, pois, vejo como única solução.
Finalizo meu desabafo, aguardando alguma luz que possa aparecer na minha vida para solucionar todos os problemas. Por favor, pelas graças de Deus, AJUDEM-ME.

Abraços.


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Texto desabafado por joão , em Quarta, 10 de Setembro de 2014
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