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Respondida: Defina Tecnologia em uma palavra?

Respondida: Dúvida básica de subtração

Fui traida pela minha própria família Feminino

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Eu confesso que odeio a maior parte da minha família. Minha infância foi marcada por brigas e agressões constantes dos meus pais, que nem se importavam se eu e o meu irmão estavamos assistindo aquelas cenas. Quando eu completei 7 anos eles se divorciaram, não fiquei triste, pelo contrário, já tinha em mente que poderia ser melhor para os dois e para mim. Mas não foi isto que aconteceu, depois disso ficou ainda pior a situação, primeiro que minha mãe, uma pessoa totalmente egoista começou a ser ausente. Dava comida e colocava pra dormir, e só. Não demonstrava afeto e agredia bastante fisicamente eu e o meu irmão. Meu pai, um esquisofrenico de natureza (pois toda a familia dele é assim) aproveitou o desmazelo da minha mae e passou a nos levar em delegacias pra fazer corpo delito e em juizado de menores pra tentar conseguir nossa posse guarda. O problema era que até então eu não o conhcecia de verdade, nessa epoca gostava dele pois era ingenua, era criança, mas depois que minha mae entregou a posse guarda pra ele descobri que era um manipulador tirano, esquisofrenico, me prendia em casa, só podia ir para escola e fazer minha caminhada com hora marcada de chegar em casa, e se eu não chegasse em casa na hora certa, me espancava socando minha cabeça contra a parede ou me deixava dormir na rua. Já chegou ao cumulo de uma vez atacar urina no meu rosto, e sempre me dizendo palavras de baixo calão, denegrindo minha imagem para outras pessoas de todas as formas possíveis, e me comparando sempre com minha mãe. Passei boa parte da minha vida desta forma, comecei a namorar cedo e escondido aos 14 anos com meu primo 1° grau e apos 4 anos engravidei por acidente, após anunciar minha gravidez a mae dele que é minha tia começou a inventar que o filho não era dele e ele como era um covarde preferiu seguir a cabeça da mae para não assumir meu filho. Sem mae, com um pai psicopata, esquisofrenico e sabe lá que outra patologia ele possa ter, e sem um companheiro do meu lado, passei uma gravidez conturbada e muito triste. Fui julgada como se fosse uma puta pela minha familia, sendo que esta sabe do meu historico familiar, sabiam o que passei, mas mesmo assim só me julgaram, ninguem me estendeu a mão no momento que mais precisei. Pensei em abortar, mas acabou que não tive coragem. Dei a luz a um menino saudavel, sozinha na maternidade pois meu pai apenas me deixou na porta e foi embora, não tinha a minima ideia do que eu iria passar no parto que foi normal, mesmo sem eu ter dilatação, pois no SUS é assim, é mais barato pro governo. Sai da maternidade com meu filho nos braços, e mesmo passando por tudo aquilo, estava feliz, e esperançosa em relação ao pai do meu filho, achando que ele iria mudar de atitude assim que conhecesse o menino que era a cara dele. Tudo em vão. Apenas lembro do meu pai chegando em casa com o papel que ganhei na maternidade para registrar a criança e jogando na minha cara dizendo que o pai do meu menino queria o teste de DNA, havia somente 3 dias que eu tinha dado a luz, estava amamentando neste momento e estava de resguardo, foi desumano demais a atitude dele, sem mencionar o fato dele ter sido meu 1° namorado. Após este episodio passei muito mal, vomitava tudo que ingeria, fiquei muito abaixo do meu peso, tive que ser internada e ficar longe do meu filho recém nascido, pois ele não poderia ficar comigo no hopital. Era natal e passei este natal sozinha, internada naquele quarto de hospital. Após a internação fiz o teste como eles queriam (lembrem-se era minha tia e meu primo além de tudo), não tiveram a minima compaixão, e minha tia ainda pediu que fosse de sangue que na cabeça dela era mais valido, como se eu fosse uma vadia ou algo do tipo. E como era de se esperar o teste confirmou a paternidade deste covarde. E mesmo assim ele demorou mais de 1 mes apos o resultado para registra-lo em cartorio. Já se passaram 8 anos e eu continuo com este rancor dentro de mim, não tive mais filhos, já sou casada há 4 anos com um homem de bom carater e que me ama de verdade e que ama meu filho também, mas eu não sei se eu o amo, me fechei depois do que aconteceu e também me casei somente para sair de casa pois a situação com meu pai só complicou ainda mais com a chegada do meu filho. Hoje sou uma pessoa seca que não consigo demonstrar o que sinto e possuo pensamentos maquiavélicos em relação a muitas pessoas da minha familia, penso a todo instante de como darei o troco, e podem ter certeza que cobrarei com juros e correção monetária.

Texto desabafado por Luana , em Sexta, 26 de Outubro de 2012
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