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Ele morreu faz um ano... ainda sinto muito falta e me julgam Feminino

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Então, eu estudava no primeiro ano do ensino médio quando conheci meu prof substituto de geografia, apesar de ele já ser um professor já da escola. Ele tinha 50 e eu tinha 16/17, eu era um pouco atrasada. Na primeira aula da nossa turma a primeira coisa que notei foi a voz, que era o mesmo que calmante pra mim. Amava o seu jeito e tudo, só que tudo não passou de um crush no professor e a nossa professora substituta voltou.

No segundo ano, teve as eleições do Grêmio e ele me chamou pra ser contar os votos e ser mesária e ficamos bastante próximos. Eu já tinha quase 18 na época. Ele sempre gostava muito de ter pessoas ao redor e sempre nos convidava pra sua casa e após as eleições nós saímos da escola as 22 horas e ele foi nos deixar. Deixou nossos amigos primeiro e por último ele me deixou, conversamos um pouco e eu o beijei primeiro, foi a melhor sensação da vida e tive a certeza que eu o amava desde a primeira vez em que ele falou no primeiro ano. Amava sua voz. Depois desse beijo, foi como se nada tivesse passado, ele era bem medroso mas relevei, afinal, tinha muito o que perder.

Ainda no segundo estávamos tendo aulas extras já pro enem e ele também era formado em filosofia e estávamos falando sobre Eros e o amor na filosofia, tinha poucas pessoas, afinal era dia de sábado, e ele de repente pergunta pra mim:” meu amor, você confia em mim?” E eu fiz a maior cara de boba do mundo e disse “não” e ele disse que eu estava certa. Depois da aula ele foi olhar uns trabalhos e quando fui mostrar ele me perguntou baixinho: “você não confia em mim, meu amor, nem depois do beijo?” E eu apenas ri e balancei a cabeça. Eu amava aquele homem, na época já tinha tomado consciência pois nunca tinha me apaixonado por ninguém, óbvio que já tinha ficado com outras pessoas, experimentado paixões e desejos mas não o amor.

No terceiro e último ano, ele não estava mais lá mas soube que ele havia sido diagnosticado com uma doença e estava fazendo hemodiálise, e eu sempre o via na rua e sim, conhecia seu pai que sempre me pedia pra ir lá, mas nunca tive coragem e até hoje me arrependo. No final do ano, antes de fazer aniversário.

Faz mais de um ano que ele morreu e não consigo esquecê-lo e aí mesmo que tive certeza do que era o amor. Tentei me aproximar de pessoas mas não acaba bem, me sinto triste sempre que penso.

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Texto desabafado por Camila , em Domingo, 28 de Fevereiro de 2021
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